8 de maio de 2010

Á minha mãe

Não é preciso palavras para amar
Espaços lentos de um outono amadurecido
Une-nos como um rio que deságua em alto- mar
Adormeço, no espaço morno e silencioso do teu ventre

2 comentários:

Manoel disse...

Lindo!Vc esta cada vez melhor, tenho muito orgulho de vc, bj!

Déborah disse...

Muito lindo! Bjs